Olhos tão esbugalhados

Brilham na hera festiva

Sejam crianças ou maduros

Tão breve a todos cativa.

Pendem luzes brilhantes

Que pulsam já, bem latentes

Tudo poêm dependente

Na hora de abrir presentes.

Paira a magia no ar

No balançar do pinjente

Quando esse dez reis de gente

Se solta , tão de repente

Em abraços bem ardentes!

É Natal

Dia intemporal.

A ti, meu filho

Quan longe

Tão ausente

Bem presente

Até sempre...

 

MC

publicado por mcarvas às 04:12