Penso no meu canto
tú vives, em meu peito
de morte, é já meu leito
Pensar em ti solta meu pranto.

Oh saudade desse tempo
desse tempo de alegria
dos mementos de euforia
tudo parou n'um momento

É uma dor gigante
que me inunda o peito
que me consome a eito.
Porquê? Porquê meu Deus!

Porquê, esta dor lactente?
Porquê, este sofrimento?
Porque me roubate o alento?...

De negro se vestiu a euforia
plantas-te em mim a tristeza
essa tristeza sem fim
esta tristeza que há em mim.

Oh que saudade meu Deus!
Oh que saudade...

 

publicado por mcarvas às 17:51